A história de São Jorge

São Jorge é um mártir cristão do século III, o Santo padroeiro da Inglaterra, da Geórgia e da cidade de Moscou na Rússia.

Não se sabe muita coisa sobre São Jorge. Os historiadores acreditam que ele nasceu em uma família nobre e cristã no final do século III, na Capadócia, uma região onde atualmente é a Turquia. São Jorge se tornou soldado, como seu pai, e fez parte da comitiva do Imperador Diocleciano.

Quando o Imperador ordenou uma perseguição aos cristãos, São Jorge se recusou a participar. Acreditem, era preciso muita coragem para que um soldado se recusasse a seguir as ordens do imperador romano.

São Jorge distribuiu toda a sua riqueza para os pobres e permaneceu fiel a fé cristã. No dia 23 de abril do ano de 303, por ordem do imperador, São Jorge foi torturado e executados na Palestina, tornando-se um mártir cristão.

São Jorge foi muito torturado e foi forçado a andar sobre brasas mas não parecia sentir dor e se recusava a negar sua fé em Cristo. A brutalidade chegou ao fim quando ele foi degolado e morreu.

Muitas pessoas, presenciando aquela fé inabalável se converteram ao cristianismo. Alguns relatos dizem que a mulher do imperador, ao saber de tal resistência, também se converteu ao cristianismo.

Os restos mortais de São Jorge foram levados para Lida, cidade onde cresceu com sua mãe. Mais tarde o imperador Constantino ordenou a construção uma igreja em Lida, para que os fieis pudessem rezar e homenagear São Jorge.

Muitos séculos depois da morte de São Jorge, durante a era medieval, foi criada a lenda sobre o guerreiro que matava dragões e salvava donzelas em perigo, mas isso não passa de pura fantasia. O dia de São Jorge é comemorado na Inglaterra em 23 de abril, que foi o dia em que ele foi martirizado.

Ainda hoje muitas pessoas se inspiram no seu exemplo e a oração de São Jorge é uma das mais procuradas em todo o mundo.

À liberdade em essência

Foi ao relento, a solta pelo tempo ecoa e vai a solta e liberto, ressoar ao ar livre, límpido e cristalino, em tons diamantino borda a noite estrelada.

Em labirinto entrecruzado perante o tempo que esvai do dia as claras e nas noites luminosas que ecoa e escoa em soar que expande logo a frente rente a vitória regia em alvorecer verdejante.

Campo florido coberto por lençol vitalício do florescer das rosas e florezinhas miúdas, unidas em lagrimas apaixonadas da mais pura alegria perante o sorrir da margarida encantada e queria.

Assovio liberto dos sabiás e da passarada que em passarela azul celestino em céu aberto. E eles passam, apenas passam voando em encontro do vendo suave.

Rir , sorria e chore se quiser, vá ao encontro dos sonhos abstratos, porém, materialize o abstrato que sonha em sua vida e viva e sejas alegre por si mesmo.

Isso crie, cocrie e reanime a tua vida de alegria sinceramente tua só tua.

Foi ao relendo que liberto do tempo, o momento transpassa e você nem sente mas vê que foi.

Deixe-o ir, se libera do compromisso e receba a divindade do amar de verdade na essência tua desnuda do que será ou do que pode estar.

Já é apenas Deus em ti!

Solto no eterno relento, pelo tempo que passa em momentos contínuos de liberdade.

Edson Rosa Rosa

Sobre a Luz da nossa sagrada Umbanda

A umbanda não apenas como religião, mas como ciência que conscientiza ao espiritual, requer de livros diversos para ser desvelada, de forma muito além do sentido religioso e meramente litúrgico.

A umbanda é de todos nós!

Entretanto, pertence a ele o macrocosmo, em um olhar de amplitude esperançosa e além dos dogmas posturais dos arquétipos religiosos que se originou, tamanha magnitude de amor em luz no que conhecemos como a nossa “Umbanda”.

Porém é no aferir do senso uno da auto-religiosidade de cada um, que pode se galgar o além do aforismo meramente auditivo e visual, para que aos poucos, possa haver o comprazer com a paz íntima que o desapego e a não submissão traz pela fé raciocinada, que é fortalecida pelas acepções e concepções no concernir e consentir nutrido de cada um; aprimorando ainda mais o “sentir ” dos mesmos, ante o qualificar e quantificar além das formas, dos modos e das maneiras no sentido do tudo que já há, na Umbanda que é de todos.

Da mesma forma que deixamos de ser coadjuvantes na atuação mediúnica pela temporalidade dos dons mediúnicos, nos tornarmos, pela atemporalidade de todos nós, mais sensíveis a sensibilização que somente o amor incondicional em viver de bem com a vida no que de melhor existe.

Esse senso íntimo de realidade pode nos gabaritar na atividade atuante de quem já participa ativamente em sã despertar, como os seus mentores em consciência espiritual ”divina e sagrado sempre “

O melhor livro, no meu ponto de vista a ser lido, é o da consciência em paz e do espírito alegre num convívio mais feliz

A umbanda pura é como a verdade absoluta, é a mesma fragmentada em algumas coisas que se dizem realidades ou verdades de cada um!

Perdoe-me é apenas uma pequena reflexão e análise.

Edson Rosa Rosa

Oração para Ogum

Pai Ogum, que minhas palavras e pensamentos cheguem até Vosso conhecimento, em forma de prece, e que sejam ouvidas e atendidas!

Ogum, Senhor das estradas, fazei de mim um verdadeiro andarilho, que eu seja sempre um fiel seguidor do teu exército, e que nas minhas caminhadas eu encontre apenas as vitórias.

Ogum, vencedor de demandas, que todos aqueles que cruzarem a minha estrada, cruzem com o propósito de engrandecer cada vez mais minha jornada de crescimento espiritual. Que em meus caminhos, possa eu ser merecedor das Vossas bênçãos: a espada que me encoraja, o escudo que me defende e a bandeira que me protege.

Meu Pai OGUM, não me deixe cair, não me deixe tombar!

PATACURI OGUM! OGUNHÊ, MEU PAI!

Casamento na Umbanda tem efeito civil?

casamento na umbanda

Casamento na Umbanda

Neste sábado (23/01) aconteceu no Instituto Cultural Aruanda o primeiro casamento religioso com efeito civil umbandista da cidade de Bauru.
Pelo o que indica o site Link Recôncavo, um casamento com essa representação já havia sido feito na cidade de Governador Mangabeira, no Recôncavo Baiano, em 2009. Na internet o que consegue-se achar de evidências de uma celebração com marco civil umbandista é apenas essa.
Como religião, a umbanda não só pode, como deve ter o direito de realizar o casamento de seus filhos, que também são filhos desse chão, e assim, ter o devido reconhecimento como acontece em outras confissões.
Pensando nisso, é estranho então que a religião que tem mais de cem anos de história só tenha divulgado uma cerimônia matrimonial com validade civil. Esse é mais um dos motivos para disseminar e se empoderar desse direito conquistado como muita luta e enfrentamento.

O CASAMENTO PARA O UMBANDISTA

Na Umbanda segundo o livro, Manual Doutrinário Ritualístico e Comportamental Umbandista, o casamento significa o elemento humano vital, que tudo cria e gera. É a fusão de duas almas que se amam e que irão unir forças para constituir uma família.
A família sendo o cerne do homem, é de onde ele vai extrair seus primeiros conceitos sobre ética, moral, religiosidade e fé. É no acolhimento da família também que é formado o caráter e a personalidade da pessoa.
No casamento se assumi um compromisso com o espiritual, onde há entrega de dois para se tornar um, mediante a luz do Divino Criador.
Assista abaixo como foi o casamento:
https://www.youtube.com/watch?v=kgEcFHrKkhc
Texto e vídeo: Júlia Pereira
Foto: Thelma e Vitor Seabra

Para que serve a quartinha?

Para que serve a quartinha

A Umbanda tem sua ritualística própria e dentro das suas peculiaridades está o ritual das Quartinhas.
Ao chegar num Terreiro é muito comum avistar na entrada, sobre o piso ou sobre o portal da entrada, uma QUARTINHA, que significa que o espaço é Sagrado e tem a faculdade de mostrar à primeira vista que se trata de um local de ritual religioso.

O termo QUARTINHA se refere a um recipiente de barro, usado para acondicionar líquidos com capacidade de 250 ml a meio litro.
Muito se pergunta: O que tem dentro delas? O que se pode ser colocado?
Algumas coisas podem ser reveladas e outras não.
Pelo fato de dentro delas estarem objetos de firmeza e segurança do terreiro e até mesmo coisas da entidade e médium.

As quartinhas se encontra em duas formas.
A com alça representando que é oferecida a todo Orixá feminino. Se observarem a quartinha tem o formato da mulher quando coloca as mãos na cintura.
As sem alça são oferecidas aos Orixás masculinos.
Dentro destas QUARTINHAS irá se encontrar aquilo conforme for orientado pela ENTIDADE seja ela chefe ou não.
Mais é comum ver água sendo depositadas dentro delas a mais pura possível. Que não tenha passado por nem um processo químico.

Água de mina, cachoeira, chuva, rios, mar….isso conforme orientação da ENTIDADE.
Também é usada pelas Entidades da esquerda (EXU/PG), com as bebidas de sua preferência.
Existe um costume praticamente esquecido pela maioria dos Terreiros, pelo qual, quando o filho da casa ou um visitante chega ao Terreiro, se despacha a água da QUARTINHA e coloca-se água nova na mesma. Com essa ação, entende-se que a água está transmutando as energias, dando uma purificação ao ato.
O uso da água dentro delas (quartinha) é pelo fato da água ser um condutor natural e de uma eficácia grandiosa.
Muitas vezes é recomendado que se use as quartinhas de barro por estas estas transparecer todo o aspecto de vida.
No ato dela transpirar (ficar molhada) está representando à vida (ativa).

As QUARTINHAS devem estar sempre cheias.
É de essencial importância estar sempre verificando.
Pois neste ato você está cuidando de seu Orixá, Entidade e de si mesmo.
Ao desincorporar uma ENTIDADE a água da QUARTINHA proporcionará ao médium uma calma salutar após o transe espiritual.

SARAVÁ!!!

Fonte:Umbanda de PAI JOÃO De Angola.

O médium inconsiente

médium inconsiente

O assunto objeto desta matéria com certeza trará para alguns bastante dissabor e repulsa, pois tocará na vaidade e no ego daqueles que não querem que venham à baila determinadas verdades atinentes ao fenômeno da incorporação. No entanto, como o compromisso do Jornal Umbanda Hoje é ver os adeptos da religião mais esclarecidos e livres de determinados mitos que tanto prejudicam os iniciantes no culto, resta-nos tão somente esclarecermos um ponto nevrálgico sobre o presente tema.
Sabemos que na Umbanda fala-se muito em mediunidade de incorporação semiconsciente e inconsciente, que, via de regra, ensejam verdadeiras dicussões doutrinárias a respeito. Não vamos nos ater a explicarmos o processo de acoplamento de um espírito aos chakras e centros nervosos do médium, sendo tema para o futuro.
As incorporações em que os espíritos deixam completamente inconsciente o médium, com tomada integral de todas as faculdades biopsicomotoras, é fenômeno raríssimo nas religiões mediúnicas. Em tempos imemoriais, foi a forma encontrada pelos espíritos para cumprirem suas missões no plano físico sem que o medianeiro pudesse interferir em suas tarefas, pois muitas pessoas não acreditavam na ação dos espíritos sobre o corpo humano e, por isto, se tivessem alguma porcentagem de consciência, acabariam por intervir, voluntária ou involuntáriamente, no labor dos amigos espirituais.
Com o passar do tempo, e através de um maior estudo e consequente entendimento do que ocorria, a inconsciência dos médiuns foi pouco a pouco sendo elevada à semiconsciência, fenômeno pelo qual os espíritos agem conjuntamente com a psiquê do médium, que, mesmo manifestados, sabem de quase tudo o que se passa a seu redor, inclusive que estão sob o domínio parcial de uma força externa. Este tipo de incorporação (semiconsciente) predomina quase que inteiramente nos segmentos espiritualistas, porque é a que melhor se adequa às necessidades atuais.
Através da semiconsciência há uma interação entre o medianeiro e o espírito atuante, que são doutrinador e doutrinado ao mesmo tempo. Além disto, esta espécie de incorporação faz com que o médium seja co-responsável pela mensagem transmitida por um Caboclo, Preto-Velho, Exu etc.
O fato é que, na mediunidade de incorporação semiconsciente, que, diga-se de passagem, também tem seus graus de variação, o espírito ao desprender-se do médium com o qual trabalha, deixa neste quase que a totalidade das informações recebidas ou transmitidas durante uma sessão. Caso haja alguma necessidade, o espírito, atuando no sistema nervoso central e também no cérebro, pode fazer com que o médium deixe de lembrar de alguma coisa, mas isto é exceção. A regra é o médium lembrar-se de quase tudo que foi dito pelo espírito trabalhador.
Neste sentido, muito importante é o respeito e a obediência que os médiuns devem ter para com o segredo de sacerdócio, tópico que analisaremos oportunamente.
Infelizmente alguns médiuns que trabalham semiconscientemente insistem em dizer que não se lembram de nada depois que o espírito interventor se afasta. E o fazem por duas razões básicas:
primeiro, querem dar um maior valor a sua mediunidade, dizendo: ” eu sou especial porque trabalho sem consciência”;
segundo, para se eximirem de responsabilidade, caso haja alguma comunicação equivocada, por influência do próprio médium, dizendo este depois: ” eu sou inconsciente, quem errou foi o espírito”.
Repito: a mediunidade de incorporação inconsciente ainda existe, mas é raríssima, e quem a tem geralmente não fala, porque é assunto pessoal, e também é circunstância difícil de ser provada.
Na atualidade, não se concebe deixar os iniciantes com a falsa idéia de que, incorporados por um espírito, sua mente se apagará temporariamente. Muitos médiuns sob a ação dos espíritos acham que não estão incorporados, visto terem ouvido de outros que, durante a manifestação dos espíritos, não há consciência no médium. Criam com isto uma série de dúvidas na mente dos iniciantes, fazendo com que muitos pensem até não serem médiuns de incorporação.
A Umbanda vai crescer. E crescerá através de médiuns mais preparados, mais esclarecidos em relação aos fenômenos mediúnicos. Desta forma, farão cair por terra falsas verdades que estão, infelizmente, ainda sendo difundidas irresponsavelmente por alguns.

O uso da Maconha na Umbanda

Já é sabido que maconha é considerado droga, assim como o cigarro e as bebidas alcoólicas, só sofre o preconceito da sociedade justamente pelo fato de não ser legalizada e consequentemente nenhuma empresa ganhar dinheiro com isso.

Eu sou totalmente contra maconha, aliás, sou totalmente contra qualquer tipo de psicotrópico, assim como não sou muito fã de cigarro e bebidas alcoólicas dentro dos terreiros, mas acho que dentro de um limite normal, pode ser aceitável.

Sobre a entidade solicitar maconha, é imperativo verificar se essa entidade está realmente firme, pois as entidades possuem grande conhecimento e com isso, grande poder afim de realizar seus trabalhos sem necessitar de artifícios telúricos, densos, além do mais, expor seu medium a uma situação complicada que é a utilização da maconha.

Aliado a esses fatores, fica aquele cheiro insuportável que só a maconha pode oferecer, deixando muitas das pessoas do ambiente constrangidas.

Minha opinião, primeiramente, se for realmente uma entidade solicitando esse artifício, cabe a nós a convencermos de tentar utilizar outro tipo de solução para o trabalho que a mesma está realizando, seja mesmo um charuto, trabalho com fundanga ou até mesmo a mistura de outras ervas.

Entre várias tribos indígenas a maconha é considerada uma erva sagrada, da mesma forma entre os rastafari e entre alguns adoradores de Shiva, na Índia. Seu uso, em um contexto religioso e equilibrado poderia ser positivo, mas como disse nosso amigo luz da Umbanda, seu uso por parte de viciados e traficantes desvirtuou seu efeito no plano astral. Quando um traficante usa o dinheiro do tráfico na compra de armas, por exemplo, isso também tras um prejuízo espiritual tb, sem falar nos poluentes, agrotóxicos, e outras drogas que podem ser misturadas a ela para potencializar o efeito. Seria diferente por exemplo se a planta fosse cultivada pelo próprio grupo, com regras e reverência. Hoje a entidade tem pleno conhecimento e poder de utilizar de outros meios para praticar a caridade e consequentemente a entidade não necessita estar em estado alfa para realizar o seu trabalho dentro do terreiro.

Em suma, eu sou totalmente contra e não recomendo a utilização de tais artifícios para a realização dos trabalhos dentro dos terreiros, porque se continuar assim, logo espíritos da linha de malandros solicitarão cocaínas, mentanfetaminas e outras drogas psicotrópicas.

Importante salientar que a longo prazo, faz tanto mal quanto cigarro e outras drogas e algo que é fato, essa história que a entidade leva todo o mal causado pelo cigarro ou pela bebida, é ilusão, sempre, sempre ficará uma sequela em sua matéria de quaisquer substâncias utilizadas durante o trabalho mediúnico.

Já vi bons médiuns, aliás, excelentes médiuns terem pequenos problemas pulmonares ou outros sintomas causados pelo fumo e os mesmos, só utilizavam durante os trabalhos, eu mesmo, nunca fumei, só dentro do terreiro que uma entidade ou outra solicitava o cachimbo para realização dos trabalhos.

Importante salientar também que o fumacê, além de ser muito bom em certos trabalhos, atua como efeito “placebo” na cabeça do consulente.

Toda planta é obra de Deus e é sagrada. E quanto mais sagrada, mais sua profanação traz conseqüências negativas.

 

Os Quatro Elementos na Umbanda

Pesquisado por Ednay Melo

Os Quatro Elementos são: Água, Terra, Fogo e Ar. A teoria dos quatro elementos originou-se na China e depois na Grécia entre os filósofos pré-socráticos, onde a origem da matéria era atribuída ora ao fogo, ora a  água.  Estes são, na verdade, elementos sutis, ou melhor, estados de mutação da matéria-energia. Esta forma de ver os elementos justifica a ligação entre astrologia e alquimia, que ocorria naquela época.

Os elementos da natureza podem ser associados aos Estados físicos da matéria:
Terra → Sólido
Água → Líquido
Ar → Gasoso
Já o fogo poderia ser associado ao lula Plasma, entretanto ele não é matéria, é energia, portanto, fica fora dessa classificação.
Os 4 elementos é a expressão utilizada para referir-se aos elementos naturais: água,terra, fogo e ar. Essa expressão refere-se ao que seria essencial à vida humana no planeta. Se considerarmos como tipos de matéria que formam a natureza, a expressão está errada pois fogo não pode ser considerado uma matéria natural, pois trata-se do resultado de uma reação química.Também o conceito de elemento foi mudado pelaQuímica e Física modernas. Considera-se como elemento os diferentes tipos de átomosque formam moléculas, tanto naturais como artificiais (reações induzidas pelo Homem). A água, por exemplo, se constitui na verdade em uma molécula resultante da ligação natural de dois elementos químicos: o oxigênio e o hidrogênio.
A idéia dos 4 elementos clássicos provém dos primordios da Filosofia. No Ocidente, foi ensinada no período pré-socrático, perdurou naIdade Média e chegou até o Renascimento. Mas o conceito é antigo no Oriente, tendo sido disseminado na Índia e na China, onde encontra-se na base do Budismo e Hinduísmo, principalmente no contexto esotérico. Hoje em dia há quem corresponda os 4 elementos clássicos com os 4 estados da matéria: sólido, líquido, gasoso e plasma.
Em Astrologia, cada elemento influencia um grupo de três signos astrológicos. O ar, por exemplo, influencia os signos Aquário,Gêmeos e Libra.
O ar é essencial a vida e está em toda a parte, nos buracos do queijo, dentro do seu armário, etc. O ar foi presenciado por Priestley no século XVIII.
A água ocupa 70% da superfície da Terra e é essencial para a vida também. Sem água não há vida.
A terra somos nós, seres terrestres, as pessoas, os animais, as plantas, sem nós a terra seria vazia e sem sentido.
O fogo somos nós, visto que é uma mistura de substâncias, o fogo é conhecido por sua energia, nós somos compostos de energia. O fogo também pode ser visto como o Sol, que nos aquece e sem sol não há vida.
ELEMENTO ÁGUA:
A água é considerada um símbolo sagrado na maioria das religiões, incluindo o hinduísmo, cristianismo, judaísmo, islamismo,xintoísmo, xamanismo e Wicca. É simbolizado na alquimia pelo triângulo com a ponta voltada para baixo.
Quase todos os rituais religiosos são realizados na presença deste elemento, geralmente utilizando-se receptáculos como taças, ou simplesmente representados por um rio, lago ou mar, quando as cerimônias são realizadas em campo aberto, ou seja, na natureza.
A água possui um misticismo que envolve quase todas as crenças. Segundo outras crenças, acredita-se que a água tenha alguns poderes especiais, sendo um do tattwas, os cinco elementos básicos da natureza. Na religião wicca, a água é tida como um dos símbolos da Grande Deusa, assim como o cálice e o caldeirão. Nas antigas tradições chinesas, a água é um dos cinco elementos, em conjunto com a terra, o fogo, a madeira e o metal. Nas religiões neopagãs, como é o caso do druidismo, da Wicca e da Asatrú, também existe a crença na existência de cinco elementos constituintes do Universo, sendo eles o Fogo, a Água, o Ar, a Terra e Akasha, sendo este último a manifestação da energia divina.
Água, na astrologia, é um dos quatro elementos que regem o planeta Terra (Fogo, Ar, e Terra) e os signos de Peixes, Escorpião e Câncer no signo do zodíaco oriental, a água tem a cor preta, o animal é o tigre branco, tem norte como a direção, rege os 3 signos: Cão (zodíaco), Porco (zodíaco) e Rato (zodíaco) e se associa ao planeta da água e mensagem, O Mercúrio. Mercúrio rege só 2 signos do zodíaco ocidental: Gêmeos e Virgem.
No paganismo, a água corresponde ao tattwa Apas, e é simbolizado pela lua crescente prateada.
Possui características opostas às do fogo, como o frio e a retração. Segundo a crença pagã, o fogo e água são os elementos básicos com os quais tudo foi criado. Creem, também, na existência de dois pólos deste elemento:
Pólo positivo (+): construtivo, doador de vida, nutriente e preservador;
Pólo negativo (-): desagregador, fermentador, decompositor e dissipador.
As religiões atribuem o bem ao lado ativo e o mal ao lado passivo; mas no paganismo, o qual se apresenta sem o maniqueísmo, o bem e o mal não existem, sendo apenas conceitos da condição humana.
Elemental é o nome esotérico dado aos espíritos existentes na natureza, também conhecidos como seres mitológicos. Dentre os elementais da água que, segundo a crença pagã, seriam capazes de controlar o elemento água e o representar, estão as ondinas, as sereias, a hidra e o hipocampo.
ELEMENTO TERRA:
Definição Esotérica:
Terra é um dos quatro elementos que rege (Água, Fogo, e Ar). É o elemento dos 3 signos de Touro, Virgem e Capricórnio, sendo simbolizado, na alquimia, pelo triângulo com a ponta voltada para baixo, cortado por um traço na horizontal. o planeta terra também rege o Signo de Touro.
A terra tem a cor amarela, o animal é um dragão amarelo, rege Todos os signos do zodíaco oriental e se associa ao planeta do tempo, o Saturno. A Terra, como Água e Madeira Tem Pólo (-).
É considerada um símbolo sagrado na maioria das religiões, incluindo o Hinduísmo, e religiões pagãs e neopagãs.
Segundo algumas crenças, acredita-se que a terra tenha alguns poderes especiais. A terra é um dos tatwas (5 elementos básicos da natureza). Na religião Wicca, a terra é tida como um dos símbolos da Grande Deusa, assim como o pentagrama e o sal.
Nas religiões neopagãs, como é o caso do Druidismo, da Wicca e da Asatrú, também existe a crença na existência de cinco elementos constituintes do Universo, sendo eles o Fogo, a Água, o Ar, a Terra e Akasha, este último sendo a manifestação da energia divina.
A terra corresponde ao tattwa Prithivi, e é simbolizada pelo quadrado amarelo. Segundo a mitologia pagã, o elemento terra foi o último dos elementos a se formar, pois pela sua principal característica, a solidificação, ela integra em si o fogo, a água e o ar. Foi essa característica, segundo a crença pagã, que conferiu uma forma concreta aos outros três elementos.
Assim, ao ser criado, criou-se também o limite (entenda-se as leis) do espaço, das dimensões, do peso, e do tempo.
Elemental é o nome esotérico dado aos espíritos existente na natureza, também conhecidos como seres mitológicos. Dentre os elementais da terra que, segundo a crença pagã seriam capazes de controlar o elemento terra e o representar, estão o golem, os gnomos, os duendes, as ninfas, as dríades, os anões mitológicos, os sacis, os faunos, o curupira e todos os seres ligados à terra e à vegetação.
ELEMENTO FOGO:
Definição Esotérica:
O fogo é um dos quatro elementos que regem o planeta (Fogo, Água, Ar, e Terra). É o elemento dos signos Áries, Leão e Sagitário. Áries é um signo forte, decidido, impulsivo. Leão é egocentrico, egoísta, amigo, tranquilo. Sagitário é aventureiro, corajoso, preocupado,rancoroso. Fogo Rege Marte,O Planeta da Guerra. Marte rege só um signo do zodíaco ocidental: Áries.
O fogo tem a cor vermelha, o animal é um pássaro de fogo, chamado fênix, rege os 3 signos do zodíaco oriental,como a Serpente (zodíaco), o Cavalo (zodíaco) e a Cabra (zodíaco) e se associa ao planeta da Guerra e das Batalhas, Marte. O Fogo,como Metal Tem Pólo (+).
O fogo é considerado um símbolo sagrado na maioría das religiões, incluindo o Hinduísmo, Cristianismo, Judaísmo, Islamismo,Xintoísmo e Wicca.
Quase todos os rituais religiosos são realizados na presença deste elemento, seja em forma de fogueiras, ou mesmo simplesmente representado por uma vela, possuindo um misticismo que envolve quase todas as crenças.
Segundo outras crenças, acredita-se que o fogo tenha alguns poderes especiais. O fogo é um dos tatwas (5 elementos básicos da natureza hindu). Na religião Wicca, o fogo é tido como um dos símbolos do Grande Deus-Pai, assim como o athame e o bastão.
Nas antigas tradições chinesas, o fogo é um dos cinco elementos, em conjunto com a terra, a água, a madeira e o metal.
Nas religiões neopagãs, como é o caso do Druidismo, da Wicca e da Asatrú, também existe a crença na existência de cinco elementos constituintes do Universo, sendo eles o Fogo, a Água, o Ar, a Terra e Akasha, sendo este último a manifestação da energia divina.
O fogo corresponde ao tattwa Tejas, e é simbolizado pelo triângulo vermelho.
Possui características opostas às da água, como o calor e a expansão. Segundo a crença pagã, o fogo e água são os elementos básicos com os quais tudo foi criado. Creem, também, na existência de dois pólos deste elemento:
Pólo (+): construtivo, doador de vida, nutriente e preservador.
Minus (-): desagregador, fermentador, decompositor e dissipador.
As religiões atribuem o bem ao lado ativo e o mal ao lado passivo; mas no paganismo, o qual não tem a presença de maniqueísmo, o bem e o mal não existem, sendo apenas conceitos da condição humana.
Como a luz provém do fogo, crê-se que o fogo foi o primeiro dos elementos originados do Akasha.
Elemental é o nome esotérico dado aos espíritos existentes na natureza, também conhecidos como seres mitológicos. Dentre os elementais do fogo que, segundo a crença pagã, seriam capazes de controlar o elemento fogo e o representar, estão a, fênix, o dragão e a quimera.
ELEMENTO AR:
Segundo o esoterismo, o ar é um dos quatro elementos que compõem o planeta Terra: (Água, Terra, Fogo e Ar). O espírito da natureza do Ar é o silfo. No Zodíaco seus signos astrológicos são Libra, Aquário e Gêmeos. É simbolizado na alquimia pelo triângulo com a ponta voltada para cima, cortado por um traço na horizontal.
O ar é considerado um símbolo sagrado na maioria das religiões, incluindo o Hinduísmo, Cristianismo e Wicca. Muitos rituais religiosos são realizados na presença de um símbolo deste elemento. Seja em forma de incenso, ou mesmo simplesmente representado por uma pena. Segundo outras crenças, acredita-se que o ar tenha alguns poderes especiais. O ar é um dos “tatwas” (cinco elementos básicos da natureza). Na religião Wicca o ar é tido como um dos símbolos do Grande Deus, assim como o incenso e as penas.Nas religiões neopagãs, como é o caso do Druidismo, da Wicca e da Asatrú também existe a crença na existência de cinco elementos constituintes do Universo, sendo eles: o Fogo, a Água, o Ar, a Terra e Akasha (a manifestação da energia divina). O ar corresponde ao tattwa Waju, e é simbolizado pelo círculo azul. Embora, segundo a crença pagã , o princípio do ar tenha sido o terceiro elemento a se formar do Akasha, este é um elemento intermediário entre o princípio do fogo e o da água.
Responsável pelo equilíbrio (neutralização) entre os efeitos passivo e ativo do fogo e da água. Como um intermediário, o princípio do ar herda do fogo o calor, e da água a umidade. Essas características conferem ao princípio aéreo, também, duas polaridades: a positiva (de doação da vida) e a negativa (exterminadora).
Sendo o elemento mais ligado ao espiritual, normalmente seus nativos são equilibrados, e possuem grande inteligência. Os nativos do Ar valorizam a harmonia, justiça e a beleza. Embora Libra, Aquário e Gêmeos não possuam muitos traços em comum, eles preferem sonhar com um mundo ideal do que buscar a realidade. As pessoas nascidas sob esses signos são espertas e pensam rápido, lidando com o abstrato e o incerto muito bem. Se você estiver com alguma dúvida ou dilema, são eles quem você deve procurar, já que adoram analisar, ponderar e chegar a resultados. São ótimos amigos e sabem se colocar no lugar dos outros, tendo, assim, uma perspectiva e uma visão de mundo adaptáveis e misericordiosas. Signos do Ar são muito comunicativos, idealistas e curiosos, apreciam a companhia das pessoas e o conhecimento e informações que elas trazem. O mundo, para esses signos, é um lugar maravilhoso e cheio de coisas novas a serem descobertas. Mas não se iluda com a aparente calma destas pessoas. Eles podem ser leves como uma brisa ou violentos e intempestivos como um tornado, depende de como você lida com eles. Eles podem ser muito tranqüilos, mas uma vez ofendidos ou contrariados, seu equilíbrio se quebra e eles partem para o ataque.
Elemental é o nome esotérico dado aos espíritos existentes na natureza, também conhecidos como seres mitológicos. Dentre os elementais do ar que, segundo a crença pagã, seriam capazes de controlar o Ar e o representar, estão os silfos, as sílfides, as fadas, os elfos, a harpia e a serpente do mar. Em algumas crenças, os anjos também são considerados seres do Ar.
 
OS QUATRO ELEMENTOS NA UMBANDA:
Todo procedimento de magia encontrado na Umbanda tem por base a utilização de um ou mais dos quatro elementos da natureza. Isso se justifica porque os Orixás são representações dinâmicas da natureza e são a  referência para todo trabalho desenvolvido, tanto a nível de entidades que militam a Umbanda, quanto a nível mágico litúrgico. Os quatro elementos formam a natureza e a Umbanda interage com ela em constantes vibrações energéticas emanadas por estes elementos, eis o fundamento da magia de Umbanda, o fundamento da própria vida na terra. Saber utilizar a água, a terra, o fogo e o ar em benefício comum é ter a ferramenta Divina nas mãos, que aliada ao amor, transforma vidas e alimenta esperanças.
Os benefícios dos quatro elementos para os seres humanos são resumidos por Mãe Mônica Caraccio, a seguir:
ÁGUA: A energia da água pode estimular a intuição e ajudar a expressar os sentimentos com mais facilidade. Atua também em questões práticas, como adquirir jogo de cintura em situações complicadas e vencer a timidez. Elemento que simboliza a Vida, que Alimenta, que ‘lava’ (descarga fluídica) e ‘conduz’ (meio condutor de fluidos). Lida diretamente com as questões EMOCIONAIS. As oferendas feitas à beira d’água limpam, sutilizam e magnetizam o corpo astral.
FOGO: A vibração do elemento fogo certamente proporciona mais entusiasmo e otimismo. Potencialmente usado para transformar o sentimento de desânimo, para motivar ações, nos momentos de colocar objetivos em prática e ainda aumenta a criatividade e bom humor. Elemento que simboliza o “espírito vivo”, a purificação e a Luz, é energia purificadora e energética. Lida diretamente com as questões do DESTINO. As oferendas feitas perto do fogo, como é no caso de fogueiras, queima miasmas, larvas astrais e energiza.
TERRA: Este elemento está ligado às conquistas materiais, à saúde e ao trabalho. Sua influência é ideal a quem busca segurança e determinação, para começar um projeto novo ou procurar emprego. Energia transformadora e curadora. Lida diretamente com as questões do FÍSICO. As oferendas feitas diretamente na terra potencializam o magnetismo mental e a concentração energética fortalecendo a pessoa vibratoriamente.
AR: O elemento ar pode ser ativado para desenvolver a inteligência, o lado racional, a memória e a capacidade verbal e corporal. Energia expansora e movimentadora. Lida diretamente com as questões do MENTAL. As oferendas feitas em campos abertos, ativando a energia do ar, dilata os sete corpos e deixa a pessoa mais leve e harmonizada.

Fontes de Pesquisa:

Wikipédia
Blog Minha Umbanda

Para acender uma vela uso fósforo ou isqueiro?

Em muitos Terreiros existe uma recomendação para só se acenderem velas com palitos de fósforos, evitando acendê-las com isqueiro ou em outra vela acesa.

Normalmente, os Terreiros fazem uso de pólvora, chamada de fundanga, nos trabalhos de descarrego. O enxofre que a pólvora contém também está presente nos palitos de fósforo. Ao entrar em combustão, a chama repentina, dentro de um ambiente místico, provoca uma reação psicológica muito eficiente, além de alterar momentaneamente a atmosfera ao seu redor, devido à sua composição química, em contato com o ar. A mente do médium capta essas vibrações, que funciona como um comando mental, autorizando-a a aumentar seu próprio campo vibratório, promovendo desta forma uma limpeza psíquica no ambiente. Não é a pólvora que faz a limpeza, mas a mente do médium, se ele conseguir ativa-la para este fim.