Características dos Filhos de Nanã

Nanã é um Orixá velho. O mais velho dos Orixás femininos, talvez por isso seja, também, o mais amoroso e o mais egoísta. Os Filhos de Nanã são muito possessivos e tendem a cercear seus amigos. São exclusivistas e não admitem dividir suas idéias. Dedicam-se sem reservas a seus amigos e parentes, porém, procuram sempre criar barreiras para evitar que os mesmos encontrem novas amizades e novos caminhos. São rabugentos e costumam guardar em seu íntimo tudo aquilo que lhe fazem. O Filho de Nanã jamais esquece o que lhe fazem, mesmo que depois lhe peçam desculpas. Sempre comenta e toca no assunto quando há oportunidade. Gosta de estar rodeado de amigos, porém, não abre mão de sua presença, fazendo questão de que ela seja notada e comentada. Veste-se muito bem e possui um pouco da intransigência de Ogum. Os Filhos de Nanã são resmungões e acham dificuldade em tudo o que precisam fazer. Esperam sempre que os outros façam ou resolvam seus problemas. São muito ladinos, sempre acham uma forma dos outros fazerem suas coisas. Por serem demasiadamente possessivos, não admitem que seus filhos ou familiares mais próximos tomem decisões sozinhos ou que seus companheiros saiam sós.

Fonte: Facebook Caboclo Cobra Coral

Oração das 7 chaves de São Pedro para abertura de caminhos

Glorioso apóstolo São Pedro, com suas 7 chaves de ferro eu te peço, eu te rogo, eu te imploro, abra as portas dos meus caminhos, que se fecharam diante de mim, atrás de mim, a minha direita e a minha esquerda. Abra para mim os caminhos da felicidade, os caminhos financeiros, os caminhos profissionais, com as suas 7 chaves de ferro e me dê a graça de poder viver sem os obstáculos. Glorioso São Pedro, tu que sabes de todos os segredos do céu e da terra, ouve a minha oração e atende a prece que vos dirijo.

Que assim seja.

Amém

Rádio Reforma Interna

Segunda Feira Dia das Almas

Dia das almas

Se Negro Velho fosse dar tanta atenção para filhos e filhas que ficam com ciúmes e inveja dos outros dentro do Conga a Umbanda teria muito mais Terreiro aberto.
E Terreiro se abre por vontade dos Orixás com coração na humildade.
Por isso os Guias se preocupa em limpar a inveja e o ciúme pra trabalharem como irmãos.
Isso não é qualidade de Orixá não. É erro humano de carne.
Preto Velho faz é corrigir essas falhas morais da alma.
Alguém vê Preto Velho brigar com Caboclo ou Caboclo por Preto Velho pra disputar cargo ou trabalho em Terreiro?
Então. Como dizer que isso é espiritual né?


Pai José de Aruanda

Características dos Filhos de Obaluaiê

Os Filhos de Obaluaiê são muito introvertidos, seu caráter, às vezes, são taciturnos, calados, fechados em si próprio; ás vezes, tem piques de alegria, descontração, satisfação, indo de um pólo a outro, com muita facilidade e com muita freqüência. Os Filhos de Obaluaiê gostam de ocultismo, têm certa tendência para tudo o que é misterioso. Gostam e frequentemente estudam a vida dos astros. Gostam das artes e das pesquisas, dedicando-se muito a isso. Convivem melhor com pessoas idosas do que com as mais jovens. Não têm a paciência necessária para suportar arroubos da mocidade. Mesmo os Filhos de Obaluaiê com menos idade sempre procuram pessoas mais velhas para conviver. Não gostam de aglomerações, preferem isolamento, utilizando seu tempo em coisas que consideram de maior utilidade. Raramente se abrem a respeito de seus problemas, preferindo “curtir” a mágoa ou a dor sem participar a ninguém. Muito sentimentais e profundamente negativistas.

Fonte: Facebook Caboclo Cobra Coral

Depressão, Uma Visão Espiritual

Desde o passado longínquo autoridades médicas e psicológicas têm buscado explicações para os estados depressivos, considerando apenas como estado mórbido.
Será apenas distúrbio somático, decorrente de síndromes nervosas?
Mais recentemente já se começou a pensar que a depressão, causas e conseqüências poderiam ter outras configurações, a partir de estudos até mesmo do comportamento humano.
Não haveria também causas espirituais?
Dizemos espirituais e não religiosas, pois qualquer nome que se dê, sabemos que o corpo humano é constituído do corpo e alma (espírito), sem contar que a Doutrina Espírita encontra um outro componente: o perispírito.
Como objeto de estudo dentro da Doutrina Espírita, fomos buscar em renomados autores encarnados, especialistas quanto ao mecanismo da mente e, nos desencarnados, como forma de conhecer a visão Espírita de depressão.
O ponto de partida é um texto extraído do Boletim da Associação Médico-Espírita do Estado do Espírito Santo, de autoria do médico Dr. Wilson Ayub Lopes, que buscou em obras espíritas, elementos para seu artigo “A Depressão na Visão Espírita”.
A leitura desse texto demonstra bem a conceituação médica da depressão, enriquecida com preciosos esclarecimentos de espíritos evoluídos registrados na bibliografia doutrinária, concluindo pelo nexo casual entre moléstia e perturbação do espírito.
Vamos então procurar uma síntese de informações, para se entender como o mundo espiritual pode ter influências no surgimento de depressões, nas suas variadas manifestações.
Claro, óbvio, que a primeira obra seja “O Evangelho Segundo o Espiritismo”, de Allan Kardec, na tradução de J. Herculano Pires.
Os elementos que coligimos fomos buscar no capítulo V – Bem aventurados os aflitos… o que já nos prenuncia um estado espiritual para um grande número de depressões a que os seres humanos estão sujeitos.
O que são aflições?
São alterações do modo de vida que se transformam em vicissitudes que têm uma causa justa e, considerando que Deus é justo, a causa é, por consequência, justa.
Segundo Kardec, essas vicissitudes tem duas causas distintas, podendo ser originária da vida presente ou de outras vidas.
Poque a ligação de vicissitudes com depressão?
Simplesmente porque, segundo o Dr. Ayub, a depressão decorre ou é “uma alteração do estado de humor, uma tristeza intensa, um abatimento profundo”.
E Kardec complementa que as vicissitudes são as aflições de que a pessoa é tomada, as decepções, as frustrações, enfim, vários acontecimentos que deprimem o estado de espírito, como se costuma dizer em linguagem mais acessível.
A quem cabe a culpa por essas aflições?
Kardec responde que “cabem senão a si mesmo”, pois por orgulho ou falta de conhecimento, atribuem à falta de sorte, à Providência, sua má estrela, sem pensar que sua má estrela é sua própria falta de compreensão.
Segundo Dr. Ayub, a depressão se apresenta sob três formas, decorrentes de fenômeno casual. Algumas são comportamentais, outra advem de um estado mórbido e ainda as que fogem ao controle do homem, são de caráter imponderável, e ocorrem dentro da misirecórdia divina: a perda de um ente querido, um acidente fatal, reveses da fortuna, flagelos naturais.
Analisando a depressão originária de vidas passadas, se o espírito encarnado volta a deixar de cumprir seus compromissos dentro de seu livre arbítrio, escolhida a ação, depois se arrepende e fica com a consciência culpando-o, talvez até mesmo por vislumbres de lembranças do passado.
Não foi o que ocorreu com Pedro e com Judas?
Ambos se arrependeram e caíram num estado depressivo, do qual só a fé e a força de vontade podem tirar desse estado.
Vimos que Pedro se arrependeu, pediu perdão, e se reabilitou perante Cristo, o que não conseguiu Judas Iscariotes.
Este, deprimido e arrependido, viu no suicídio a única forma de se redimir do seu erro.
Aqui vale uma pergunta não propriamente dentro do tema, mas para reflexão: essa sua traição não estaria dentro dos desígnios de Deus, pois com todo Seu poder poderia ter evitado a prisão de Jesus? A nós parece que estava escrito!
Segundo pesquisadores, a depressão se apresenta sob formas diferentes, com intensidade e/ou duração variável. E também que todo depressivo, em regra geral é triste, mas a recíproca não é verdadeira.
Por que estamos defendendo a posição, com certeza com boas companhias, de que a depressão em muitos e muitos casos pode ser consequência de uma causa espiritual?
Não nos disse Jesus “no mundo tereis aflições…”?
Vamos também transcrever um trecho de Kardec:
“O Espiritismo é a ciência nova que vem revelar aos homens, por meio de provas irrecusáveis a existência e a natureza do mundo espiritual e suas relações com o mundo corpóreo”.
Ele no-lo mostra, não mais como coisa sobrenatural, porém, ao contrário, como uma das forças vivas e sem cessar atuantes da Natureza, como a fonte de uma imensidade de fenômenos até hoje incompreendidos e, por isso, relegados para o domínio do fantástico e do maravilhoso. É a essas relações que o Cristo alude em muitas circunstâncias e daí vem que muito do que Ele disse permaneceu ininteligível ou falsamente interpretado. O ESPIRITISMO É A CHAVE COM O AUXÍLIO DA QUAL TUDO SE EXPLICA DE MODO FÁCIL (O Evangelho Segundo o Espiritismo, capítulo I).
Por que não buscarmos na luz da Doutrina, o que o Espiritismo e os espíritos evoluídos e benfeitores dos encarnados sob a proteção de Jesus, pode dar a propósito do tema?
Nós, espíritas convictos, sabemos que a reencarnação é a chave que recebemos da Misericórdia Divina, para o aperfeiçoamento do nosso Espírito, e nesse caminho encontramos sempre os Espíritos que nos amam e se preocupam com o nosso estado corpóreo e espiritual. São Bons Espíritos que nos acompanham, nos dão assistência sempre e, principalmente, nos fortalecem intuindo para o caminho do êxito na missão.
Assim, todo encarnado deprimido vai encontrar na Doutrina excelente aliada para a recuperação da sua saúde. Basta querer encontrar o remédio certo, na medida certa, e na hora exata.
Nery Porchia
Fonte: http://espiritualizandocomaumbanda.blogspot.com.br/2010/11/depressao-uma-visao-espiritual.html

Linha e Agulha e os Médiuns

A costura e o bordado mais simples, bem como os mais elaborados, se fazem com o auxílio de agulha e linha. Mas, pronto o trabalho, só se percebe a presença da linha que teceu desenhos, prendeu botões ou realizou arremates e bainhas, cuja perfeição sempre dependerá da habilidade de quem realizou a tarefa.

Da agulha, quem se lembra? Ela conduziu a linha, aceitou o comando da costureira ou da bordadeira, enfrentou todo tipo de tecido, do mais resistente ao mais maleável, e depois ficou na caixa de costura. Exatamente onde deveria estar, a postos para qualquer novo chamado…

Assim somos nós, um pouco linha e um pouco agulha…

Talvez o papel da linha nos atraia mais. Todo mundo gosta de ver o seu trabalho reconhecido, é humano…

Já quando estamos na tarefa da agulha, às vezes nos lamentamos, sofremos pela dificuldade de romper as barreiras do caminho, esquecidos de que tudo faz parte de um projeto maior…

Não é possível chegar à costura ou ao bordado pronto sem qualquer daqueles agentes, a linha e a agulha. E para que um deles diga a que veio, mostrando o próprio valor e utilidade, precisará da ajuda do outro. A linha não borda e nem costura sem a agulha; e a agulha também nada disso fará sem ter a linha. Conversa de maluco…

Pois é.

Acontece que andamos como malucos, quase sempre, no corre-corre diário.

Quando a vida nos dá a linha, não queremos ser a agulha, tentamos escapar do trabalho mais árduo, sonhando com a coisa pronta… Ou quando ela nos dá a agulha, quantas vezes reclamamos por não ter “a cor certa” de linha pra usar ali, esquecidos de que improvisar é possível, temos essa capacidade latente…

Costureiras, bordadeiras, agulhas e linhas, eis que somos um pouco disso tudo, ao final. Ninguém exigirá um bordado ou costura de quem não aprendeu, antes, como fazê-los. Nem a Vida nos exige mais do que podemos fazer. Em mãos que se dedicaram a aprender e se tornaram hábeis, a agulha encontrará tarefas a realizar, é feita para isso. Essas mãos também saberão dar bom uso à linha disponível, completando o bordado ou a costura necessária. Precisamos então nos dedicar a aprender a fazer uma e outra coisa, a unir as possibilidades, enfrentando desafios, confiantes de que o resultado final valerá a pena.
Como diz o Sr. Zé Pelintra, “a Vida é o milagre que já aconteceu”: está tudo aqui, do que é essencial, bem ao nosso alcance. Não adianta ficar esperando “acontecer”, nós estamos aqui para fazer a nossa par te, ora como agulha, ora como linha. Fomos preparados para “costurar e bordar” a parte que nos cabe em nosso caminho de evolução.

Levando a maluquice pra outro ângulo: nós e a Espiritualidade, nós e os nossos bons e amados Guias. Eles têm sido agulhas de primeira, conduzindo-nos em todos os caminhos e realizando a parte mais árdua da tarefa, sempre chegando primeiro, preparando e amaciando o terreno e sempre nos atribuindo méritos pelo resultado final. Por igual, eles são a linha mais excelente, na medida certa, na cor certa e no calibre certo. Entregam tudo “redondinho” em nossas mãos, só nos cabe aceitar o presente e nos deixar guiar pelo seu conhecimento milenar na execução dos mais diversos e sofisticados “bordados e costuras”. No entanto, corremos o risco de ser pegos aqui agindo como crianças birrentas, ora reclamando do tamanho da agulha, ora reclamando da cor da linha, demorando a nos entregar ao encanto da comunhão de tarefas que nos proposta no campo mediúnico. Porém, se formos pegos, vamos usar o “exemplo saudável” das crianças, que logo se levantam depois de um tombo!

Os Guias poderiam se gabar dos seus conhecimentos e também das suas qualidades como agulha e como linha. No entanto, geralmente se recolhem, no Amor Daquele que tudo Vê, aceitando o papel humilde das agulhas: fazem o seu trabalho amoroso e se recolhem, na caixinha de costura que lhes construímos com a nossa compreensão limitada, permanecendo sempre a postos e dispostos a nos ajudar, na primeira necessidade.

Um dia aprenderemos com o exemplo deles. Com certeza, chegaremos a compreender melhor o papel e o valor de cada coisa em nossas vidas. Desde uma simples agulha até uma simples meada de linha, tudo serve a um propósito maior. Cada um de nós está aqui como parte da Grande Vida, que Se tece com a delicada beleza que nasce das Mãos Perfeitas do Amado Criador. Tudo importa e tudo vale a pena.

Características dos Filhos de Ogum

Os Filhos de Ogum são tidos como brigões, mas é errôneo este pensamento. São mais intransigentes e obstinados do que propriamente brigões. Ogum representa o Espírito da Lei e seus Filhos têm esta característica bem predominante. Raramente pondera as coisas: se o regulamento é este, então, tem que ser seguido a qualquer custo. Toda Lei tem que ser estudada, para obter-se o seu verdadeiro sentido, para saber o seu espírito. Porém, para o Filho de Ogum, ele é usada com parcimônia. Ele segue a Lei sem ligar se ela serve para este ou aquele caso. É a Lei, tem que cumprir, implacavelmente. O pai de família, Filho de Ogum, não dá muitas chances de diálogo para seus filhos. É inflexível e radical. Usa uma lei para si e outra para os outros. É vaidoso, não gosta de ser contrariado em suas opiniões. Raramente “arreda pé” de sua posição, mesmo quando não dá certo. Quer sempre fazer prevalecer o seu ponto de vista. Não recua nenhuma vez em suas decisões. Tem sempre tendências para resolver as coisas para o seu lado, de qualquer forma. A mulher, Filha de Ogum é mais querelante do que briguenta. É mais belicosa e de atitudes extremadas. É excelente mãe de família, porém, coitado do filho que não andar direito: ela é do tipo que bate primeiro para depois perguntar onde foi o erro. O Filho de Ogum é dado a fazer conquistas, tem facilidade de relacionamento com o sexo oposto de qualquer filiação de Orixá.

Fonte: Facebook Caboclo Cobra Coral

Nossos Anjos da Guarda

Muito se fala sobre o assunto, mas poucas pessoas realmente entendem a
importância do Anjo da Guarda.Infelizmente a história sobre anjos é curta.

Os gregos, que eram amantes da precisão, os chamavam DAIMONES (gênio, anjo, ser sobrenatural).

Os egípcios os explicaram amplamente e com detalhes, mas tudo foi perdido, queimado na época da ascensão do cristianismo primitivo do Ocidente. Hoje, o pouco que nos resta deriva dos estudos cabalísticos desenvolvidos pelos judeus, que foram os primeiros a acreditar nesta energia.
A palavra hebraica para anjo é Malakl, que significa Mensageiros. As primeiras
descrições sobre anjos apareceram no Antigo Testamento. A menção mais antiga de
um anjo aparece em Ur, cidade do Oriente Médio, há mais de 4.000 a.C..

Na arte cristã eles apareceram em 312 d.C., introduzidos pelo imperador romano Constantino, que sendo pagão, converteu-se ao cristianismo quando viu uma cruz no céu, antes de uma batalha importante. Em 325 d.C., no Concílio de Nicéia, a crença nos anjos foi considerada dogma da Igreja. Em 343 d.C. foi determinado que reverenciá-los era idolatria e que os anjos hebreus eram demoníacos.

Em 787 d.C. no Sétimo Sínodo Ecumênico definiu-se dogma somente em relação aos
arcanjos: Miguel, Uriel, Gabriel e Rafael.
São Thomás de Aquino foi um estudioso do assunto. Ele dizia que os anjos são
seres cujos corpos e essências, são formados de um tecido da chamada luz
astral. Eles se comunicam com os homens através da egrégora, podendo assim
assumir formas físicas.
A auréola que circunda a cabeça dos anjos é de origem oriental. Nimbo (do latim
nimbus), é o nome dado ao disco ou aura parcial que emana da cabeça das
divindades. No Egito, a aura da cabeça foi atribuída ao deus solar Rá e mais
tarde na Grécia ao deus Apolo. Na iconografia cristã, o nimbo ou diadema é um
reflexo da glória celeste e sua origem ou lar, o céu. As asas e halos
apareceram no século I. As asas representam a rapidez com que os anjos se
locomovem.
No Novo Testamento, anjos apareceram nos momentos marcantes da vida de Jesus:
nascimento, pregações, martírio e a resssureição. Depois da ascensão, Jesus foi
colocado junto ao Anjo Metatron. Alguns estudos aceitam a possibilidade dos
três Reis Magos serem Anjos materializados. Melchior (Rei da Luz), Baltazar
(Rei do Ouro, guardião do tesouro, do incenso e da paz profunda) e Gaspar (o
etíope, que entregou a mirra contra a corrupção)

 

ANJOS DA GUARDA NA TRADIÇÃO CATÓLICA.
A tradição católica dividiu os anjos em três grandes hierarquias, subdivididas
cada uma em três companhias: Serafins, que personificam a caridade divina;
Querubins, que refletem a sabedoria divina; Tronos, que proclamam a grandeza
divina.
Dominações, que têm o governo geral do universo; Potências, que protegem as
leis do mundo físico e mora; Virtudes, que promovem prodígios.
Principados, responsáveis pelos reinos, estados e países; Arcanjos,
responsáveis pela transmissão de mensagens importantes; Anjos, que cuidam da
segurança dos indivíduos.
Trechos retirado do livro Anjos Cabalísticos de Monica Buonfiglio

 

ANJO DA GUARDA NA UMBANDA

Na Umbanda o Anjo da Guarda não é considerado um Guia ou Orixá, é um Espírito
Celestial, iluminado, de essência pura e de energia poderosíssima. Pertence à dimensão celestial, dimensão esta de grande pureza e de grande atuação em todas as outras dimensões subsequentes. Portanto, a essência e a energia dos Anjos atingem a todos independente de religião, doutrina ou crença.
Para os médiuns, os Anjos da Guarda são tão importantes quanto os próprios
Orixás e Entidades, pois são eles que os protegem no momento da incorporação ou desincorporação. Momento esse que acontece em segundos de desacoplamento do corpo astral e que, por um mínimo descuido, podem sofrer um ataque do baixo astral com a entrada de seres inferiores na corrente mediúnica do médium.
Saiba que quando o Orixá/Entidade está incorporado no médium, o Anjo da Guarda fica ao lado, no entanto, no momento da desincorporação ou incorporação o Anjo da Guarda se aproxima mais ativamente ajudando a manter o equilíbrio do médium.
É comum inclusive, quando o médium ainda fica em um sutil estado de transe após a desincorporação, colocarmos a mão sobre o coração do médium e dizer fulano, seu anjo da guarda te chama!, movimento esse que ajuda o médium no processo de desincorporação tranquilizando-o rapidamente. Além disso, os Anjos auxiliam no equilíbrio essencial do médium e os mantêm envolvidos por uma energia pura e divina.
Os Anjos de Guarda nos protegem e nos acompanham a cada dia, por isso é
aconselhável manter sempre acesa uma vela branca ao lado de um copo com água e em local alto para fazer nossas orações.
Você sabia que o Arcanjo Miguel um dos primeiros e mais eminentes dos espíritos celestiais,? È considerado o
Príncipe dos Anjos. Luta contra espíritos malignos e professa, acima de tudo, a doutrina de que só o bem e a caridade são a salvação.
Seu nome significa: Q é como Deus? É o chefe dos anjos rebeldes, luta em defesa de Deus. É um espírito guerreiro, arauto de Deus, Príncipe e Chefe dos exércitos celestiais. É o patrono da Igreja Católica e dos agonizantes, guia das almas dos defuntos para o céu.

Escrito por Mãe Mônica Caraccio
Retirado do site Minha Umbanda

 

PRECE AOS ANJOS PROTETORES

A prece aos anjos guardiães e aos Espíritos protetores deve ter por objeto solicitar-lhes a intercessão junto de Olorun, pedir-lhes a força e proteção nas contingências da vida

Espíritos esclarecidos e benevolentes, mensageiros de Olorun, que tendes por missão assistir os homens e conduzi-los pelo bom caminho, sustentai-me nas provas desta vida; dai-me a força de suportá-la sem queixumes; livrai-me dos maus pensamentos e fazei que eu não dê entrada a nenhum mau Espírito que queira induzir-me ao mal. Esclarecei a minha consciência com relação aos meus defeitos e tirai-me de sobre os olhos o véu do orgulho, capaz de impedir que eu os perceba e os confesse a mim mesmo. A ti sobretudo, meu anjo guardião, meu protetor, que mais particularmente velas por mim, e a todos vós, Espíritos protetores, que por mim vos interessais, peço fazerdes que me torne digno da vossa proteção. Conheceis as minhas necessidades; sejam elas atendidas, segundo a vontade de Olorun., Axé!

 

O que são as Encruzilhadas?

Muito se fala em encruzilhadas, mas pouco se entende. E isto nos faz lembrar o advento da Umbanda anunciada pelo Caboclo das 7 Encruzilhadas.

Esse conhecimento se deturpou com os interesses escusos, onde o que é oculto tende a se desfigurar quando os propósitos não são para o bem do Universo.

Podemos encontrar as Encruzilhadas nos opostos ilusórios necessários para a evolução dos filhos da Terra, como por exemplo, o “dia” e a “noite”. E onde ela está? Nem no “dia” e nem na “noite”. Estaria, então, na “tarde”? Também não, pois a “tarde” como os filhos compreendem não passa de outra ilusão. Ilusão porque é uma realidade relativa, onde conhecer profundamente a natureza faz com que enxerguemos que Deus é o Absoluto. O que nós, seres imperfeitos, insistentemente fazemos é decretar como única a verdade que só existe em nosso ego. O desapego é arma indeferível para que consigamos combater os equívocos da mente, reencontrando-nos assim, com o Eu Interior. Caminhemos rumo a evolução!

Podemos dizer que a Encruzilhada está no cruzamento vibratório de uma coisa com outra. Como é algo muito abstrato, usamos o exemplo das ruas terrenas. Mas isso não significa que as Encruzilhadas que nos referimos são as Encruzilhadas das ruas, não! E é justamente isso que causa muita confusão mental, onde despachos são colocados no intuito de interceder algo que não está fora, e sim no interior de cada ser.

Filhos, já é chegada a hora de entender que não há outra forma de intercessão se não a caridade!

Somente através da caridade se consegue compreender o que são as Encruzilhadas. E como qualquer outro conhecimento, é essencial a prática. Quando há a prática do conhecimento, emerge a sabedoria.

É preciso vivenciar e assim também é na Umbanda! E esse é um dos motivos pelo qual a Umbanda ainda não foi codificada. Não foi criada para ser discutida, mas para ser sentida no âmago. E quando isso acontecer, não só com a Umbanda, mas também com todas as outras religiões, não haverá mais julgamentos, haverá mais tolerância e a caridade em uníssono salvará o planeta Terra!

Então é por isso que as Entidades se apresentam com “esses” nomes, como por exemplo, “Caboclo das 7 Encruzilhadas”?

Os nomes que as Entidades se apresentam são simbólicos. Através da simbologia, os homens conseguem compreender as forças da natureza que emanam do Criador, como por exemplo, os próprios livros sagrados o são.

Símbolos são figuras, marcas, sinais que representam ou substituem outra (s) coisa (s).

Simbologia é o estudo acerca dos símbolos.

Acaso há alguém, não só na Terra, mas também no Astral que não necessite dos símbolos? O próprio corpo físico não passa de um emaranhado de símbolos que a medicina terrena se esforça para desnovelar.

Aqueles que condenam os símbolos ainda não perceberam que para compreendê-los profundamente é necessário estar fora do fardo da carne, pois este é fator limitante da consciência. É como querer enxergar uma célula sem o microscópio.

Caboclo Pedra Verde do Oriente

Retirado: Umbanda Fé amor e Caridade

Os melhores banhos de descarrego da umbanda

Chegou a segunda-feira! Você tomou aquele banho no final de semana?! Não! Não é que só se deva tomar banho no fim de semana, mas sempre devemos reservar um dia para tomar um banho de descarrego a fim de nos livrar dos maus espíritos e das energias negativas que acumulamos todos os dias sem perceber, correndo atrás da nossas realizações amorosas e profissionais.

Não importa o dia, o que vale é estarmos limpos, pois, a sujeira espiritual às vezes é tanta que ofusca a nossa visão, e tanto estresse e correria termina por nos desviar do contato com os nossos orixás e com os nossos guias espirituais, além das coisas que mais queremos na vida.

Cabe refletir: Do que estamos precisando nos livrar? O que está tão agitando e bagunçado na nossa vida e que está nos impedindo de caminhar pra frente com nossos projetos?

Até as crianças ficam irritadas ou doentes e não encontramos o motivo. Para elas, um bom banho com alecrim da horta ou rosas brancas são indicados para tirar as energias ruins sem deixar de lado a proteção ao seu espírito vulnerável. É como um shampoo infantil espiritual.

Cada necessidade tem banho de ervas específico

Para cada pessoa e cada objetivo, um banho de descarrego ou de ervas específico. Por isso, atenção! Crianças não devem ser banhadas com materiais pesados como sal grosso, cachaça ou determinadas ervas, nunca se deve esfriar de forma artificial a água das ervas de banho e nunca se deve banhar a cabeça das crianças.

O poder do banho de ervas na umbanda

Via de regra já faz um bem enorme ao nosso humor e a alma quando tiramos um dia na semana pra tomar um simples banho um pouco mais longo. Se você não faz isso há algum tempo ou nunca fez, experimente! Tire um dia para cuidar da pele com calma, lavar bem os cabelos e usar aqueles produtos que às vezes não conseguimos usar corretamente na correria do cotidiano.

Tire também o dia certo para usufruir do poder dos banhos de ervas da umbanda . Alguns dos mais populares banhos de ervas da umbanda são o banho de rosa, o banho de alecrim e o banho de camomila.